| Comércio eletrônico no Brasil faturou R$ 2,5 bilhões em 2005
Para este ano, segundo projeção da e-bit, crescimento será de 56%, com faturamento de R$ 3,9 bi
O varejo eletrônico no Brasil cresceu 43% de 2004 para 2005, com faturamento de R$ 2,5 bilhões. Segundo a 14ª edição do Web Shoppers, estudo da e-bit com apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, a projeção de crescimento para este ano é ainda mais arrojada: 56% (R$ 3,9 bilhões). Desde 2001, a alta acumulada é de 355%.
Em 2005, o tiquete médio foi de R$ 272. Os produtos mais vendidos foram CDs e DVDs, no ciritério de participação por quantidade de pedidos.
Como no varejo comum, as datas comemorativas têm papel importante no comércio eletrônico. Por ordem cronológica, o faturamento das principais datas em 2005 foi:
Dia das Mães - R$ 92 milhões Dia dos Namorados - R$ 86,5 milhões Dia d os Pais - R$ 101 milhões Dia das Crianças - R$ 108 milhões Natal - R$ 458 milhões
Para Pedro Guasti, presidente da e-bit, o comércio eletrônico deve manter o ritmo de expansão por alguns anos "já que há grande parte da população internauta a ser conquistada por este novo canal de compras. Além disso, há também as classes C e D que devem ser futuros e-consumidores conforme a expansão de programas de inclusão digital".
Ainda há muito a crescer: para efeito de comparação, os EUA faturaram US$ 82,3 bilhões no comércio eletrônico em 2005.
A base de consumidores virtuais de bens de consumo no Brasil está em 4,8 milhões. Os homens representam 58% desse mercado.
O estudo da e-bit consiste em pesquisa junto a consumidores que efetivamente realizam compras na internet. A satisfação é avaliada a partir de dez quesitos: facilidade de comprar, seleção de produtos, informação sobre os produtos, preços, navegação, entrega no prazo, qualidade dos prod utos, qualidade do atendimento a clientes, política de privacidade e manuseio & envio dos produtos.
O relatório completo do levantamento está no www.webshoppers.com.br. Para acessar basta preencher os campos de nome e email.
|