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Em vez de disparar
constantes janelas de anúncio, os famosos pop-ups, os principais
sites brasileiros perceberam que é mais proveitoso
em termos de retorno publicitário - poupar a paciência
do internauta. É a era da política consciente de pop-up,
que garante maior visibilidade ao anúncio e, portanto, valoriza
a campanha publicitária.
No portal de serviços da Microsoft, o MSN, a partir de pesquisas
ficou decidido que a fórmula de utilização
dessas ferramentas é de um pop-up por usuário a cada
14 dias. "Ou seja, o usuário verá um pop-up a
cada duas semanas", afirma o diretor-geral do MSN Brasil, Osvaldo
Barbosa de Oliveira. Segundo ele, "se há um período
de publicação, há mais curiosidade por parte
do internauta".
Estratégia diferente é adotada pelo portal iBest!,
que usa a política "de mercado": um pop-up por
seção. "A maior parte dos internautas fecha o
pop-up antes mesmo dele ser carregado. Mas aqueles que esperam,
de fato abrem", garante o diretor de conteúdo do portal,
Alexandre Barreto. Mas, segundo Barreto, os quadros de anúncio
online são eficientes. "A taxa de cliques em um pop-up
chega a ser cinco vezes maior que a de abertura de um banner",
justifica, comparando o método às tiras publicitárias
que ficam dentro das páginas, os banners.
Consenso
Para o diretor de marketing da e-bit (www.ebit.com.br), empresa
online de marketing e pesquisa, Camilo Perez, leva ambas as estratégias
em consideração. "Toda pessoa experimentada em
Internet fecha o pop-up como que por reflexo", pondera Perez.
"Mas é inegável que a taxa de abertura dos pop-ups,
pelo menos por enquanto, é bem superior à dos banners",
reitera.
Na contramão de MSN e iBest, a America On Line decretou o
fim dos pop-ups nas novas versões de seu software de acesso
à Internet, medida também adotada pelo MSN nos Estados
Unidos - lá, o portal da Microsoft também é
provedor pago de Internet.
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