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SÃO PAULO -
O tíquete médio de compras online dos brasileiros ficou em 225 reais,
o mais alto desde outubro de 2000-4, quando a e-bit (www.ebit.com.br)
começou a acompanhar os dados. Além disso, a satisfação com o comércio
eletrônico também vêm aumentando e chegou a 83,9% no mês passado.
Tudo isso segundo
o último relatório da e-bit, que acompanhou 19.857 consumidores
de todo o país que realizaram compras online de 1° a 31 de agosto.
De acordo com o estudo, esse grupo é formado predominantemente por
homens (63%), que têm entre 25 e 49 anos (72%). O horário mais freqüente
de compras é das 18 às 23 horas, com 28% dos casos.
Um outro dado
interessante que a pesquisa mostrou é que quanto maior é a renda
familiar do consumidor, mais expressiva é a freqüência de compras
na web. Os compradores que ganham mais de 8 mil reais por mês, por
exemplo, representam apenas 9% do total, mas metade deles já efetuou
mais de 4 compras virtuais nos últimos seis meses.
Em relação à
safistação dos clientes, outra informação se destacou na pesquisa:
pela primeira vez nos últimos 14 meses, o item entrega foi avaliado
de forma satisfatória por 80% dos consumidores. No entanto, foi
também o que mais teve consumidores insatisfeitos, com 13%. A facilidade
de comprar foi o item mais elogiado, com 92% de satisfeitos. Qualidade
dos produtos ficou com 90% e política de privacidade e manuseio
e envio dos produtos ficaram com 89% de satisfação. Entre os dez
itens avaliados, o quesito preço foi o que teve o menor índice de
consumidores satisfeitos, com 67%.
Em 63% dos casos
todos os itens da compra foram entregues. Em 20%, a compra chegou
com atraso.
A probabilidade
de retorno à loja ficou em alta, com 83,5% de "provável e altamente
provável". Apenas 6% disseram que o retorno era improvável ou altamente
improvável.
Entre 1.047
lojas avaliadas, 63% têm protocolo de segurança SSL, 22% têm política
de privacidade. Além disso, 90% entregam em todo o Brasil e 17%
entregam para presente.
O meio de pagamento
mais aceito nessas lojas é o cartão de crédito, com 73% de aceitação.
Em seguida vêm o depósito em conta, com 60%, e o boleto bancário,
com 49%. Cheques só são aceitos em 17% das lojas, dinheiro só é
aceito em 8% e tíquete, em 2%.
"A qualidade
dos serviços prestados pelas lojas virtuais reflete diretamente
na satisfação do consumidor. Isso faz com que ele repita a experiência
de compra, acredite ainda mais na Internet como um meio de relacionamento
comercial e gaste cada vez mais", diz André Sapoznik, CEO da e-bit.
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