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A maioria dos
e-consumidores brasileiros está preocupada com a questão da privacidade
na hora de utilizar serviços ou fazer compras na Web. Um estudo
realizado em parceria pela PricewaterhouseCoopers e a e-bit (www.ebit.com.br)
apontou que 75% desses usuários temem que seus dados bancários sejam
utilizados indevidamente.
Números de conta
bancária (68%) e cartão de crédito (61%) são as informações pessoais
que sofrem maior resistência para serem fornecidas. Entretanto,
apesar do receio, 52% dos entrevistados nunca deixaram de realizar
suas atividades na Internet por esse motivo. Esse dado evidencia
a importância da comodidade e agilidade oferecida pelos serviços
online.
Com relação
à segurança, as instituições bancárias foram consideradas as mais
seguras da rede mundial de computadores - 47% dos usuários acreditam
em uma maior proteção de seus dados e interesses pessoais.
A marca é vista
como um dos fatores mais determinantes da confiabilidade de um site,
citada por 74,3% dos entrevistados. O nome da empresa é, tanto no
Brasil, como na Europa, um dos fatores que mais despertam confiança
nos consumidores.
Para efeito
de comparação, a PricewaterhouseCoopers revelou que entre os e-consumidores
de 11 países da Europa e África do Sul, a preocupação está mais
ligada à idéia de invasão, enquanto no Brasil, o receio está relacionado
à possibilidade de fraude. Apesar disso, a resistência em informar
dados bancários e de cartão de crédito via Internet é também elevada
na Europa - somente 5% dos ingleses estariam dispostos a fornecer
seus dados e, entre os alemães e italianos, esse número cai para
2%.
Ainda como comparação,
a companhia constatou que no Brasil a Internet demonstra ser um
importante meio de comunicação e divulgação de negócios, já que
50% dos entrevistados mostraram disposição para receber detalhes
sobre produtos e marcas que admiram. Contrariamente, os europeus
relutam em dar sua opinião sobre as marcas preferidas - apenas 33%
dos entrevistados responderam afirmativamente.
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