Home
 
bitNotícias >
 
Insegurança não afeta compras na Internet
O Tempo
01/11/2001
 

São Paulo - Apesar de preocupado e receoso com as questões relacionadas à insegurança dentro da Internet, o consumidor virtual brasileiro não deixa de realizar compras ou utilizar serviços da rede mindial de computadores em seu dia-a-dia. Essa foi a conclusão de sondagem sobre "Segurança e Privacidade na Internet", realizada pela empresa de consultoria Pricewaterhouse Coopers, em parceria com a e-bit (www.ebit.com.br), especializada em pesquisa, marketing e tecnologia online.

Realizado entre os dias 1° e 10 de outubro, o levantamento envolveu um universo de 1.172 e-consumidores, considerados exeperientes em transações de compra pela Internet. "A grande faixa de pesquisados concentrou-se entre as pessoas de 25 a 50 anos, a maioria pertencente às classes A e B, que são na verdade, a População Economicamente Ativa (PEA) da Internet", explica Luis Otavio Amaral, sócio-responsável por pesquisas da e-bit.

Segundo números do Ibope, o potencial consumidor da web brasileira alcança hoje de 1 milhão a 2 milhões de pessoas, o equivalente a 15% do número total de internautas do país. Pelas conclusões da pesquisa nacional, apresentada ontem em São Paulo. 89% dos entrevistados realizam atividades na Internet, ainda que isso possa colocar em risco a privacidade dos usuários.

Detalhes sobre conta bancária e cartão de crédito largam na frente (com 68% e 61%, respectivamente) na lista de informações a que os e-consumidores oferecem maior resistência para fornecer.

Registros médicos (46%), informações sobre relaconamentos que mantêm com outras pessoas (46%) e detalhes sobre comportamento sexual (54%) vêm em seguida, como itens de maior tabu dentro da rede. De acordo com Amaral, a segurança na Internet espalha um paradoxo. "A questão da percepção e prática são muito distintas."

 
VOLTAR
© 2000-7. Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por BRQ