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Roberto Muniz, Gerente Executivo da Área Compartilhada
de Tecnologia da Informação da CNI
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O Sistema Indústria, que engloba a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), o Serviço Social da Indústria (SESI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL) tem como principal objetivo promover e apoiar o desenvolvimento do setor industrial do país.
Apesar de as quatro entidades serem independentes uma da outra, todas estão sob um mesmo ‘guarda-chuva’: o Sistema Indústria. Por causa disso, a CNI contratou a e-bit para desenvolver um projeto de reposicionamento das entidades do Sistema Indústria na internet. Confira abaixo a entrevista com Roberto Muniz, gerente executivo da CNI.
Como o Sistema Indústria estava posicionado na internet e quais as dificuldades que isso gerava para as entidades?
O Sistema Indústria tinha três grandes problemas a resolver no seu posicionamento web. O primeiro era o desalinhamento entre a realidade de negócios empreendidos pelas entidades com a sua representação na web, ou seja, os sites não demonstravam e não alavancavam as atividades de negócio. O segundo era o não aproveitamento das sinergias entre os negócios das entidades, que começava a se tornar mais forte no mundo dos negócios, mas não tinha qualquer iniciativa de apoio através da internet. Já o terceiro era um óbvio atraso tecnológico e de arquitetura de informação, que afetava os sites das entidades em níveis diferentes e tinha causas diversas, mas que estava presente em todos.
Como a consultoria da e-bit ajudou o Sistema Indústria a chegar à melhor estratégia e a alcançar as expectativas para os negócios do Sistema na internet?
A e-bit soube capturar as necessidades do Sistema Indústria, interpretá-las e traduzir as estratégias de negócio que estavam em curso em um projeto moderno, aliando experiência e melhores práticas de mercado, além de deixar flexibilidade para mudanças futuras, que é uma realidade que afeta todos os negócios, mas muito fortemente os de nossas entidades, que têm grandes mudanças previstas em seu planejamento estratégico, até 2010. E tudo isso, de forma correta, conjugando a cobrança de um preço adequado e gerando valor real.
Quais foram as etapas utilizadas para chegar ao resultado final e o que você destacaria na metodologia utilizada? Na verdade, a metodologia da e-bit era bastante aderente àquela que havíamos adotado recentemente, de modo que houve grande facilidade entre a equipe interna e a equipe da e-bit para trabalhar de forma conjunta. Não há um ponto de destaque específico, destacaria o valor agregado e uma documentação e especificações que apóiam as etapas seguintes do projeto de forma adequada.
Com esse novo alinhamento qual a expectativa do Sistema Indústria com relação ao posicionamento da internet? Estamos com os projetos de construção dos sites de três entidades em curso no momento. A quarta entidade só será envolvida no próximo ano, porque possui uma estrutura mais ajustada, sendo menos urgente a aplicação do novo modelo. Nossas expectativas são de importante crescimento em relação ao público visitante, mas principalmente temos a certeza de que prestaremos mais e melhores serviços aos nossos clientes através deste canal.
Quais os próximos desafios do Sistema Indústria na internet? Há neste momento um grande esforço para integrar os sistemas de negócio à internet, porém sabemos que ainda temos um caminho grande pela frente em relação ao gerenciamento de processos corporativos interligados à internet. É fundamental também mantermos constante ajuste de nossa apresentação no mundo internet, mantendo o alinhamento com a evolução dos negócios das entidades.
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