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Maio de 2003
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Usuários revelam satisfação em comprar pela rede

 
 

Pesquisa realizada em março pela e-bit mostra o nível de satisfação dos e-consumidores em relação ao comércio virtual e aos serviços oferecidos por ele.

Em contrapartida ao tradicional varejo de rua, o comércio eletrônico vem crescendo e se solidificando a cada dia. Esse incremento pode ser comprovado nos números referente ao nível de satisfação dos e-consumidores, com os serviços e facilidades oferecidos e prestados pelo comércio virtual brasileiro.

O acompanhamento mensal do comercio eletrônico brasileiro realizado pela e-bit, mostra que 85,6% (índice e-bit/PWC - PriceWaterhouseCoopers) dos compradores virtuais estão satisfeitos com o comércio eletrônico brasileiro. Essa satisfação dos e-consumidores em relação ao varejo on-line, se deve há inúmeros fatores, entre eles a facilidade e comodidade em poder comprar a qualquer hora e em qualquer lugar, a seleção de produtos, as informações detalhadas que os sites dão sobre os produtos que estão à venda, entrega no prazo etc.

Mas o que tem contribuído e atraído novos consumidores às lojas virtuais e fidelizando os que já compraram uma ou mais de uma vez, são a facilidade de navegação das lojas e a qualidade do atendimento aos clientes. Estes estão sendo fatores muito importantes para o sucesso e o crescimento de uma loja virtual. "O usuário tem que se sentir à vontade em uma loja virtual, ter visualização e informações sobre os produtos a venda, como se estivesse em uma loja física. Por isso as lojas virtuais precisam se ater mais ao fato da navegabilidade de seus sites", diz Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

Facilidade de comprar 92% satisfeitos
Seleção de produtos 89% satisfeitos
Informações sobre os produtos 83% satisfeitos
Entrega no prazo 83% satisfeitos

Fonte: grupo de pesquisas e-bit, março/2003



Dos e-consumidores entrevistados 85% estão satisfeitos com a navegação e com a qualidade no atendimento ao cliente dos sites e 81,9% indicam alta probabilidade de voltar a fazer compras na mesma loja virtual. "Este é o desafio que as lojas virtuais têm pela frente, investir na navegabilidade de seus sites e no atendimento aos clientes, para garantir a fidelidade dos compradores e fazer com que repitam a experiência outras vezes", acrescenta Guasti.

Dentre os entrevistados 13% eram compradores de primeira viagem, ou seja, só haviam feito uma compra pela rede e 15% já haviam comprado mais de dez vezes. O perfil do comprador virtual segue a mesma tendência dos últimos meses, os homens continuam comprando mais do que as mulheres, 59% dos e-consumidores brasileiros são homens e a idade média de 70% dos compradores está entre 25 e 49 anos.

Os produtos mais vendidos e procurados continuam sendo os CD´s e DVD´s, seguido deles estão os livros e revistas e logo depois os eletrônicos e eletroeletrônicos.

 
   
     
 

Cartão na Internet

 


Carlos Fagundes

O volume movimentado com cartões nas compras on-line cresceu 62% em 2002, resultado de uma maior familiaridade com o meio, somado a facilidade no pagamento através do pagamento parcelado sem juros, que se popularizou nesta modalidade de compra.

A Credicard enxerga com muito bons olhos a Internet como um canal de compras. Ele está crescendo rapidamente e de forma sustentável, gerando grandes oportunidades para quem participa dele, seja comprador, lojista ou meio de pagamento. "Temos convicção de que o comércio virtual é algo que veio para ficar", diz Carlos Fagundes, gerente de web da Credicard.

Hoje, cerca de 85% de todas as compras feitas via Internet são pagas através do cartão de crédito. A Credicard acredita que fazendo um bom trabalho de divulgação e comunicações consistentes da marca pode ganhar share dentro desse percentual. Com a ajuda das bandeiras (ex. MasterCard e Visa) certamente o volume de negócios viabilizados através do cartão de crédito pode passar de 90%.

A Credicard está bastante satisfeita com o crescimento e amadurecimento do comércio virtual brasileiro e com o aumento no valor do ticket médio. Para se ter uma idéia o ticket médio do consumidor online é cerca de quatro vezes maior do que o valor médio gasto por um consumidor no mundo offline. Por exemplo, em dezembro passado o ticket médio do consumidor online foi de R$281,00, já do offline ficou em torno de R$70,00. Segundo Carlos Fagundes, a Internet tem futuro e espaço para grandes oportunidades. Porém o volume bruto de negócios gerados online ainda é pequeno quando comparado com os canais de compras convencionais, consequentemente o lucro líquido neste tipo de operação ainda não é tão expressivo. De qualquer forma, a Credicard aposta que este quadro vai se desenvolver muito nos próximos anos.

Um dos problemas que inibiam alguns usuários a fazerem compras pela Internet usando o cartão era a falta de confiança em colocar seus dados na rede e os mesmos serem utilizados de maneira ilícita. Hoje já está comprovado que a internet é um canal de compras muito seguro. Freqüentemente a Credicard recebe algumas dúvidas de clientes em relação ao uso do cartão de crédito na Internet. "É muito seguro utilizar nossos cartões na web, e incentivamos esta prática. Vale a pena lembrar que o amadurecimento e confiança por parte dos usuários estão diretamente ligados a uma boa experiência nas primeiras compras e, portanto os lojistas virtuais têm papel fundamental para que isto aconteça. A Credicard como emissora do meio de pagamento mais utilizado para as compras virtuais torce para que todas as partes saiam satisfeitas, gerando mais e mais negócios online", diz Fagundes.

A Credicard acredita que os negócios viabilizados através da Internet certamente se consolidarão nos próximos anos. "Nossa meta para quando isto acontecer, é poder repetir o sucesso que temos no mundo offline dentro do mundo online, ou seja, oferecermos produtos e serviços que ajudem a viabilizar os sonhos de nossos clientes e que como recompensa sermos premiados como líderes neste mercado tão competitivo", finaliza Carlos Fagundes.

Para quem tiver curiosidade, no site da Credicard (www.credicard.com.br) é possível encontrar dicas e práticas de segurança para se fazer compras pela internet e se tornar mais um e-consumidor, além da política de privacidade da empresa.

 
     
 
e-bit prepara terceira edição da pesquisa de intenção de consumo

e-bit reedita, em parceria, pesquisa Internet Banking

Mesmo com o desaquecimento geral do comércio devido à instabilidade econômica, o comércio eletrônico brasileiro continua vivendo a fase do crescimento. O fato é comprovado pela pesquisa de intenção de compra realizada pela e-bit em conjunto com Provar. Um questionário aplicado com cerca de 1.500 e-consumidores do estado de São Paulo revela as expectativas deles em relação à suas compras pela Internet nos próximos dois meses (setembro e outubro).

A pesquisa revela que apenas 5,4% dos entrevistados não pretendem comprar algum produto nos próximos dois meses, percentual bem diferente do encontrado no ambiente off-line, em que 78,1% dos entrevistados não tencionam comprar nos próximos 60 dias. Os grandes xodós dos consumidores das lojas virtuais (CD´s, Livros e DVD´s) continuam sendo os preferidos para as aquisições dos próximos meses, com cerca de 81,1% dos entrevistados assumindo a pretensão de comprar algum artigo dessas linhas. Outro fato que chamou atenção é que a grande maioria desse grupo (66,8%) pretende adquirir até quatro produtos e cerca de 24,1% pretende comprar mais de seis.

Mas, além dos artigos mais baratos, há uma grande disposição dos e-consumidores em realizar a compra de artigos com valor agregado alto como eletroeletrônicos, equipamentos de informática e produtos da chamada linha branca (fogões, geladeiras, microondas, etc).

Outro fato que chamou muito a atenção foi em relação à intenção de compra de automóveis pela Internet, cerca de 10% das pessoas que responderam às perguntas revelaram que pretendem comprar automóveis por meio da Internet. Dessas pessoas, 26,8% querem gastar até R$10.000,00. Os principais veículos procurados são os da linha de populares (47,4%) e os de porte médio (35,9%).

"Os resultados encontrados na pesquisa são de extrema importância e podem ajudar o varejo, tanto lojas virtuais como físicas, a se posicionar e definir o mix de produtos que elas pretendem ter em seus estoques para o Natal desse ano, já que a maioria das lojas começa a planejar suas compras de final de ano entre os meses de setembro e outubro", explica Pedro Guasti, diretor da e-bit.

Top of Mind

Além de procurar conhecer os hábitos e intenções de compra dos e-consumidores, a pesquisa procurou identificar qual é a primeira loja virtual cujo nome vem à mente no momento de realizar a compra de determinado produto, como por exemplo, CDs, DVDs, livros, automóveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos etc. No resultado geral, o Submarino é a loja mais lembrada nos segmentos em que ela atua, seguido das lojas Americanas.

 

A pesquisa anual que a e-bit realiza com o objetivo de conhecer qual é o público que utiliza Internet Banking (serviços bancários pela Internet) e o que os motiva ou inibe no momento de utilizar esse tipo de ferramenta, revela que os internautas estão utilizando mais esse tipo de serviço para consultar seu saldo, fazer pagamentos, transferências e etc.

"Há quanto tempo você utiliza o Internet Banking" e "quantas vezes você o acessa por semana" foram perguntas feitas aos entrevistados. Constatou-se que, em 2001, cerca de 41% utilizava o serviço há mais de um ano. Já em 2002, esse perfil subiu para mais de 61%. Em relação a frequência de acesso, na pesquisa anterior eram 27% que entravam no site do banco diariamente, agora, esse número subiu para 33,3%. Já entre as pessoas que acessam menos (uma vez por semana) o índice que era de 18% caiu para 12,6%.

"Os números levantados comprovam que as pessoas estão aproveitando muito mais a praticidade e opção de não ter que se deslocar até uma agência para realizar suas operações bancárias. Além dessa comodidade, muitos clientes passaram a utilizar a agência virtual e evitar as agências do mundo físico, para fugir de algumas taxas que são inexistentes ou menores na Internet", explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

A pesquisa também procurou conhecer os serviços mais importantes para os usuários e quais são os bancos mais utilizados da Internet Brasileira. A consulta de saldo foi considerada de extrema importância para 96% dos usuários. Já informações sobre serviços financeiros foram consideradas muito importante para 52% dos entrevistados. Já em relação ao ranking dos bancos mais visitados, o site do Banco do Brasil ficou em primeiro, seguido de Itaú, Bradesco, Real e Unibanco.

"Como estamos passando pelo período de amadurecimento dos serviços prestados pela Internet, onde mais pessoas de diferentes idades, sexos e classes sociais estão descobrindo e aproveitando da praticidade que a tecnologia provém, é um movimento esperado essa utilização mais equilibrada entre homens e mulheres, pessoas de mais idade e mais novas etc", comenta Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

Outros dados levantados pela pesquisa são os motivadores de e os principais inibidores do uso do Internet Banking Entre os motivadores mais citados estão a possibilidade de acessar durante 24 horas, a conveniência e a segurança dos dados. Em contrapartida, os inibidores mais citados foram a satisfação com o serviço do banco e também a segurança dos dados.

 

 
e-bit associa-se a Camara-e.net   e-bit fecha parceria com a Fundação Abrinq
A e-bit com o apoio da Câmara-e.net publica a sétima edição do relatório Web Shoppers.
O relatório apresentou a consolidação do mercado de Internet e mostrou a evolução do setor de varejo eletrônico no ano de 2002. Depois do sucesso nessa produção em conjunto, as duas empresas fizeram um acordo que prevê o fornecimento de informações de mercado e participação em fóruns e debates sobre o setor, além da publicação das próximas edições do Web Shoppers.
A e-bit também é uma empresa amiga da criança. Ela acaba de fechar uma parceria de cooperação em e-mail marketing com a Fundação Abrinq. O intuito é divulgar a newsletter mensal da ONG para seus associados e também as novidades e informações da Fundação para os que ainda não a conhecem.
Visite o site da Abrinq (www.abrinq.org.br) e associe-se você também!

 


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