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Faturamento do comércio eletrônico deve crescer 25% no Dia das Mães
8/5/2012 Estado de Minas
O Dia das Mães é a segunda melhor data em relação ao faturamento para o comércio eletrônico no Brasil. Só perde para o Natal e, este ano, promete render resultados positivos. De acordo com pesquisa da e-bit (empresa referência no fornecimento de informações sobre e-commerce nacional), a estimativa é de que o e-commerce registre um crescimento de 25% no Dia das Mães na comparação com 2011. O faturamento deve chegar a R$ 950 milhões, frente aos R$ 760 milhões levantados com a venda de produtos para as mães no ano passado.
Ainda segundo dados da e-bit, os produtos relacionados a saúde, beleza e medicamentos, além de flores e cestas, devem ser os mais procurados. Para a diretora de negócios da e-bit, Cris Rother, assim como em 2011, a categoria moda e acessórios deve figurar entre as mais vendidas. “O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para eletrodomésticos também deve contribuir para maior venda desses produtos”, explica.
A relações públicas Ana Cristina de Carvalho conta que deve usar a internet este ano para presentear a mãe com uma cesta de café da manhã. “Sempre compro o presente de Dia das Mães na internet. Normalmente compro cosméticos, mas desta vez vou optar pelas cestas, já que encontrei muita variedade na web”. Ana de Carvalho pretende gastar até R$ 200 na compra.
A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) dá dicas para o usuário online. Para os que preferirem a compra pela internet, é preciso muita atenção com a segurança. O consumidor deve ter cuidado com lojas virtuais desconhecidas, que oferecem preços muito abaixo do mercado. A dica é ver se o site oferece sistemas de segurança, que impedem que os dados do cartão de crédito não serão capturados.
É preciso atenção também com sites de compras coletivas cujas promoções têm prazos limitados e a qualidade dos produtos ou serviços possam deixar a desejar. É importante avaliar ainda a idoneidade da empresa onde se está fazendo a compra, consultando cadastro de reclamação de entidades de defesa do consumidor e queixas nas redes sociais.
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