e-bit na mídia

12 dicas para se dar bem no comércio eletrônico
22/12/2009 Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Planejamento, estrutura de atendimento ao cliente e divulgação são tão importantes quanto softwares e tecnologia

Da Redação
Ganhar dinheiro com comércio eletrônico requer bem mais do que um site bonito. Planejamento, estrutura de atendimento ao cliente e divulgação são tão importantes quanto softwares e tecnologia. Confira as sugestões de especialistas para construir um site eficiente e bem frequentado:

1. Vitrine virtual - O visual do site de comércio eletrônico funciona como a vitrine em uma loja de rua. Prefira um layout limpo, evite a poluição visual e o uso de imagens em excesso. Se a página for cheia de firulas, pode demorar demais para carregar e levar o visitante, sempre apressadinho, a desistir de acessá-la. Evite as páginas com animações em flash, que dão um aspecto de pirotecnia ao site, demoram para carregar e aumentam a probabilidade de queda de conexão. Por último, não esqueça de colocar todos os contatos da empresa (endereço, telefone e e-mail) na página inicial para que o visitante possa procurá-lo, caso tenha alguma dúvida. Sites sem endereço geram desconfiança no internauta.

2. Endereço correto - Quando o endereço eletrônico é complicado, o internauta pode digitar errado. Neste caso, cabe solicitar ao administrador do site o registro de todas as possibilidades de grafia do domínio e pedir para que as variantes redirecionem o consumidor para o endereço correto. Assim, mesmo que o internauta digite errado casadapicina em vez de casadapiscina.com.br, ele chegará na sua loja.

3. Fácil de usar - Site de comércio eletrônico eficiente tem que ter usabilidade (produtos e serviços fáceis de serem encontrados pelo internauta). Numa loja virtual, é preciso que o consumidor encontre o produto separado por categoria, visualize descrições e fotos em várias posições. “É importante proporcionar parte da experiência que ele tem no mundo real”, afirma Alessandro Santiago, professor da faculdade IBTA.

4. Atendimento - Mesmo com textos explicativos e boas fotos, os consumidores podem se sentir inseguros para comprar. Por isso, de acordo com Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, é importante ter um sistema de atendimento, seja telefônico, por e-mail ou chat. Tenha uma seção “Fale conosco” no site, para que o internauta entre em contato. E tenha um funcionário sempre pronto para responder aos e-mails ou ligações telefônicas. Se o pronto-atendimento não for possível, providencie pelo menos uma mensagem padrão de resposta automática para avisar ao internauta de que a dúvida será sanada em breve. Mas o ideal é investir: uma equipe com quatro pessoas pode atender até 500 clientes por mês. “É preciso cuidar do cliente do começo ao fim da compra, pois algum descuido pode fazer com que ele desista da compra.”

5. Detector de problemas - Há softwares que monitoram o tráfego no site. As versões básicas deles registram de onde vem o internauta (se ele encontrou sua loja porque clicou num banner de propaganda ou porque usou um site de buscas, tipo Google) e montam mapas que mostram os itens mais clicados em seu site (um produto muito clicado, mas pouco comprado, talvez esteja com preço acima da concorrência). Versões avançadas desses softwares mostram em que ponto o consumidor demora mais tempo (e provavelmente tem mais dificuldade) ou o que o fez desistir de adquirir o produto. Os obstáculos podem estar na demora do envio dos produtos ao carrinho de compras, formulários gigantescos ou na escolha da forma de pagamento, por exemplo. “Com o monitoramento, o lojista conseguirá melhorar a visita do internauta e vender mais”, afirma Alessandro Gil, diretor de marketing da Ikeda, consultoria especializada em comércio eletrônico.



 

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