e-bit na mídia

Compras de roupas pela internet mais que dobram em outubro, diz pesquisa
18/12/2009 Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Compras na categoria 'esporte e lazer' também tiveram alta: 145%. Lojas apostam em vídeos, reviews e imagens 3D

O brasileiro está mudando seus hábitos de consumo e comprando mais roupas pela internet. É o que revela uma pesquisa da e-bit divulgada nesta sexta-feira (18). Os pedidos dentro da categoria Moda e Acessórios aumentaram 108% em outubro último ante igual mês do ano passado.

Outra categoria que se destacou foi Esporte e Lazer, com alta de 145% na mesma base comparativa. Por sua vez, houve alta de 55% na categoria Joalherias. O faturamento dessas categorias também cresceu. Moda e Acessórios registrou alta de 11%, Esporte e Lazes, 99%, e Joalheria, 62%.

Segundo a e-bit, além de estarem acima da linha de crescimento do canal, esses segmentos têm conquistado a confiança dos consumidores, que até pouco tempo não se sentiam confortáveis em adquirir produtos que não pudessem tocar, principalmente as roupas, que as pessoas gostam de experimentar.

"A evolução das plataformas nos conceitos web 2.0 contribuem para a linha de crescimento dessas categorias. As lojas que comercializam esses tipos de produtos podem disponibilizar vídeos, reviews e imagens 3D para que seus clientes sintam-se mais confiantes em efetuar pedidos de produtos que antes necessitavam ser obrigatoriamente tocados e experimentados pessoalmente " , explicou o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.

No comércio eletrônico, a padronização de roupas, acessórios e artigos do gênero é o maior obstáculo, porque os consumidores ainda são avessos à realização de compras apenas orientando-se pela numeração.

Por conta disso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest) estão definindo novas normas de medidas. O processo começou com a padronização de meias e, desde o dia 1º de julho deste ano, foi colocado em consulta pública o projeto de norma infantil. Nos próximos meses, devem ser analisados tanto o vestuário masculino quanto o feminino.

Guasti acredita que a venda de roupas no comércio eletrônico brasileiro continuará crescendo, principalmente se o Brasil seguir a tendência de evolução do setor que foi observada nos Estados Unidos.

" É um segmento com grande potencial para desenvolvimento, até porque representa uma pequena fatia do total de vendas na web. Se tomarmos como exemplo a venda de bens de consumo nos Estados Unidos, essa categoria é a segunda mais vendida, perdendo somente para livros " , explicou o executivo.



 

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